terça-feira, janeiro 20, 2009

Pesqueira

Um fim de semana no Alto Douro, à descoberta de São João da Pesqueira, com histórias e sabores para contar...


Na revista "O Escanção" Santos Mota viaja as paisagens que marcaram mais esta incursão do Passeio de Jornalistas no Alto Douro Vinhateiro.

Passeie também com ele. Aqui.



+ sobre o PASSEIO DE JORNALISTAS
em São João da Pesqueira

segunda-feira, janeiro 12, 2009

De São Jorge à Terceira, entre queijos e verdelhos...

Entre queijos, memórias de vinho que já houve em São Jorge e uma prova de Verdelho nos Biscoitos da Terceira, imagens e paisagens de duas ilhas do Arquipélago Açoriano. Ainda ecos do Passeio de Jornalistas nos Açores

Santos Mota saboreia, na revista "O Escanção" sabores, néctares e vistas das ilhas.

Para degustar aqui.


Nos Açores com o
PASSEIO DE JORNALISTAS

domingo, janeiro 11, 2009

Açores

Entre queijos, memórias de vinho que já houve em São Jorge e uma prova de Verdelho nos Biscoitos da Terceira, imagens de duas ilhas do Arquipélago Açoriano. Ainda ecos do Passeio de Jornalistas nos Açores

Santos Mota saboreia, na revista "O Escanção" sabores, néctares e vistas das ilhas.

Para degustar aqui.

Nos Açores com o
PASSEIO DE JORNALISTAS

Beira Interior

Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS no FundãoAs aldeias, o xisto, as casas, os que lá vivem, os que lá passam: um Passeio de Jornalistas pela Beira Interior.

«Da serra da Gardunha à Cova da Beira» foi o mote.

Houve aldeias serranas para conhecer e pessoas para descobrir.

Tudo aqui retratado nesta galeria de imagens.


Diário de Bordo do
PASSEIO DE JORNALISTAS NO FUNDÃO

quinta-feira, janeiro 08, 2009

Regiões

Não acredito no que dizem
por aí!

Não pode ser verdade!

A manipulação política, os arranjos partidários, a falta de vergonha institucional não poderia ser levada a tal extremo.

Primeiro vieram dizer-nos que não se justificavam tantas Regiões de Turismo. Que era preciso criar entidades de Promoção Regional fortes, dotadas de massa crítica e capacidade de intervenção, capazes de assegurar a promoção turística das respectivas regiões.
Nas faldas da Estrela,
na borda da Gardunha,
na beira do rio,
no Fundão.

Depois subverteram tudo e vergaram-se às pressões dos barões do Partido e desataram a retalhar o mapa original para satisfazer clientelas e amizades.

Mas o mais grave estava para chegar… e descobriu-se que a falta de respeito democrático levou a que nem as escolhas políticas locais das populações – expressas em eleições autárquicas que, declaradas válidas, exigiam leitura adequada e respeito pelas escolhas. Em vez disso, cozinharam-se Entidades Regionais, Pólos de Desenvolvimento, direcções e presidências... a bel-prazer das necessidades partidárias (mais fortes agora, que a crise aperta, o desgaste político é evidente e as eleições estão à porta).

E aquilo que não foi alcançado nas urnas é conseguido na Secretaria: o PSD, força maioritária autárquica (por isso detém a Presidência da Associação Nacional de Municípios) quase desaparece. O Partido Comunista é varrido do Alentejo. Tudo da mãozinha da “rosa”, num Portugal cinzentão… quase de partido único. Nem Cavaco no seu melhor… trabalharia assim!

E como se isto não bastasse, chega agora a ameaça (quase apetecia empregar o termo chantagem) dirigida aos municípios que, por não estarem de acordo com o processo ou por não haverem (sequer) - sido consultados, não reconhecem as ditas entidades Regionais (ou os Pólos de Desenvolvimento) e decidem manter-se fora de todo o processo. A uns e a outros está a ser respondido que se persistirem nessa posição não poderão candidatar-se a verbas do QREN(1) destinadas ao turismo. Uma ameaça declarada utilizando... dinheiros públicos nacionais e comunitários (que são de todos nós) como arma de pressão.

Em que país estamos? Na África das guerras tribais e dos “senhores da guerra”? Nalguma oligarquia da América Latina?

(1) O Quadro de Referência Estratégico Nacional constitui o enquadramento para a aplicação da política comunitária de
coesão económica e social em Portugal no período 2007-2013.

segunda-feira, janeiro 05, 2009

Oleiro

Café Portugal - PASSEIO DE JORNALISTAS nas Terras do Grande Lago"São Pedro do Corval é uma aldeia com vidas feitas de barro, mas que começam a perder-se para outros ofícios mais rentáveis. Dez horas de trabalho diário para viver do barro. Oleiro desde os 14 anos, Rui Santos passou a infância a brincar com a matéria-prima que dá origem a peças únicas, características da decoração alentejana. (...)"

O Passeio de Jornalistas andou por lá. Agora, na revista Café Portugal a Sara Pelicano conta as mãos, as artes e as vidas.

A ler aqui.

sexta-feira, janeiro 02, 2009

Cobrideira

(...) «Pode provar se quiser; não paga por isso», afiança a «cobrideira», entre arremedos vigorosos de mãos-cheias de amêndoas, fervilhantes, dentro do grande tabuleiro em cobre. Sob o utensílio, num pote de barro, as brasas ardem em borralho. O fogo, lento, aquece desta forma o tabuleiro. Reparamos nos dedos de Cândida, protegidos por um pequeno exército de armaduras. Dez dedais constroem o escudo que separa as pontas dos dedos da «cobrideira» do calor intenso do tabuleiro. (...)

Na revista Café Portugal, Jorge Andrade conta artes e dedos de mulher... de Moncorvo, de "cobrideira". A ler aqui.