| Um fim de semana no Alto Douro, à descoberta de São João da Pesqueira, com histórias e sabores para contar... | |
Passeie também com ele. Aqui. | |
| + sobre o PASSEIO DE JORNALISTAS em São João da Pesqueira |
| Um fim de semana no Alto Douro, à descoberta de São João da Pesqueira, com histórias e sabores para contar... | |
Passeie também com ele. Aqui. | |
| + sobre o PASSEIO DE JORNALISTAS em São João da Pesqueira |
Entre queijos, memórias de vinho que já houve em São Jorge e uma prova de Verdelho nos Biscoitos da Terceira, imagens e paisagens de duas ilhas do Arquipélago Açoriano. Ainda ecos do Passeio de Jornalistas nos Açores | |
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Santos Mota saboreia, na revista "O Escanção" sabores, néctares e vistas das ilhas. | |
Para degustar aqui. | |
Entre queijos, memórias de vinho que já houve em São Jorge e uma prova de Verdelho nos Biscoitos da Terceira, imagens de duas ilhas do Arquipélago Açoriano. Ainda ecos do Passeio de Jornalistas nos Açores | |
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Santos Mota saboreia, na revista "O Escanção" sabores, néctares e vistas das ilhas. | |
Para degustar aqui. | |
![]() | As aldeias, o xisto, as casas, os que lá vivem, os que lá passam: um Passeio de Jornalistas pela Beira Interior. «Da serra da Gardunha à Cova da Beira» foi o mote. |
Houve aldeias serranas para conhecer e pessoas para descobrir. Tudo aqui retratado nesta galeria de imagens. | |
| Não acredito no que dizem por aí! Não pode ser verdade! A manipulação política, os arranjos partidários, a falta de vergonha institucional não poderia ser levada a tal extremo. Primeiro vieram dizer-nos que não se justificavam tantas Regiões de Turismo. Que era preciso criar entidades de Promoção Regional fortes, dotadas de massa crítica e capacidade de intervenção, capazes de assegurar a promoção turística das respectivas regiões. | ![]() |
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Depois subverteram tudo e vergaram-se às pressões dos barões do Partido e desataram a retalhar o mapa original para satisfazer clientelas e amizades. (1) O Quadro de Referência Estratégico Nacional constitui o enquadramento para a aplicação da política comunitária de | |
"São Pedro do Corval é uma aldeia com vidas feitas de barro, mas que começam a perder-se para outros ofícios mais rentáveis. Dez horas de trabalho diário para viver do barro. Oleiro desde os 14 anos, Rui Santos passou a infância a brincar com a matéria-prima que dá origem a peças únicas, características da decoração alentejana. (...)"
(...) «Pode provar se quiser; não paga por isso», afiança a «cobrideira», entre arremedos vigorosos de mãos-cheias de amêndoas, fervilhantes, dentro do grande tabuleiro em cobre. Sob o utensílio, num pote de barro, as brasas ardem em borralho. O fogo, lento, aquece desta forma o tabuleiro. Reparamos nos dedos de Cândida, protegidos por um pequeno exército de armaduras. Dez dedais constroem o escudo que separa as pontas dos dedos da «cobrideira» do calor intenso do tabuleiro. (...)